terça-feira, 13 de outubro de 2026

Do Entulho ao Asfalto: O Hospital da UFRJ que Virou Rua Sustentável

Flávio Guerra Ferreira, Patricia dos Santos Matta e 

J. Ribeiro de Almeida

[https://x.com/dralmeidajr][instagram.com/profalmeidajr/][ https://orcid.org/0000-0001-5993-0665][https://www.researchgate.net/profile/Josimar_Almeida/stats][https://uerj.academia.edu/ALMEIDA][https://scholar.google.com.br/citations?user=vZiq3MAAAAJ&hl=pt-BR&user=_vZiq3MAAAAJ]

                                                                                  Editora Priscila Gomes



Do Entulho ao Asfalto: O Hospital da UFRJ que Virou Rua Sustentável

A transformação urbana e a gestão de resíduos ganharam um capítulo histórico no campus da Ilha do Fundão. Onde antes se erguia uma das alas do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), hoje estende-se uma infraestrutura viária moderna e sustentável. Parte do expressivo volume de entulho resultante da implosão do edifício — que totalizou cerca de 137 mil toneladas de resíduos — foi reaproveitada para pavimentar o Trecho "S", localizado no Parque Tecnológico da UFRJ.

 

O volume colossal de concreto, argamassa e cerâmica gerado na demolição representava um desafio ambiental e orçamentário para a gestão pública. O destino convencional desses resíduos seriam bota-foras e aterros distantes, gerando custos expressivos com frete e sobrecarregando o trânsito da cidade. No entanto, a aplicação prática dos conceitos de economia circular permitiu dar um novo destino a esses materiais dentro do próprio campus universitário.

 

Em vez do descarte, o material selecionado passou por processos de triagem e britagem para adequação às normas técnicas da ABNT. A separação dos fragmentos grosseiros transformou a massa de entulho em um agregado reciclado de qualidade para fins rodoviários. Esse insumo alternativo passou a compor as camadas de base e sub-base do novo pavimento executado na região.

 

A iniciativa alinha-se diretamente às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e à Resolução CONAMA nº 307/2002, demonstrando que obras de grande porte podem mitigar drasticamente o descarte em aterros. Além do benefício ecológico, a estratégia reduziu a necessidade de transporte de longa distância, diminuindo a pegada de carbono associada à circulação de caminhões.

 

O Trecho "S" do Parque Tecnológico consolida-se como um laboratório vivo de inovação em escala real para a engenharia de infraestrutura. Ao converter parte desse passivo urbano em um recurso viário estratégico, a UFRJ sinaliza para o setor da construção civil que o futuro da pavimentação passa pela reciclagem inteligente e pelo reaproveitamento de resíduos.


"Junte-se a uma rede de profissionais e estudantes comprometidos com o futuro da sustentabilidade e da produção científica nacional."


Declaration of Generative AI and AI-assisted technologies in the writing process
During the preparation of this work, the authors used ChatGPT for grammar and language editing, as well as figure generation. After using this tool, the authors reviewed and edited the content as needed and take full responsibility for the content of the publication. In this paper, AI is used as a conceptual umbrella term, while machine learning (computational methods that learn patterns from data to make predictions or decisions) and deep learning (machine learning based on neural networks) refer to specific analytical approaches through which some of these capabilities are implemented.

Auditor Ambiental :A perspectiva profissional

                                                         Dr. J.R. de Almeida

[https://x.com/dralmeidajr][instagram.com/profalmeidajr/][ https://orcid.org/0000-0001-5993-0665][https://www.researchgate.net/profile/Josimar_Almeida/stats][https://uerj.academia.edu/ALMEIDA][https://scholar.google.com.br/citations?user=vZiq3MAAAAJ&hl=pt-BR&user=_vZiq3MAAAAJ]

                                                                                  Editora Priscila Gomes



A perspectiva profissional para o Auditor Ambiental está em forte ascensão, impulsionada pelo compliance corporativo, ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), gestão de riscos e normas de certificação internacional (como a ISO 14001).

Diferente do perito ambiental (que atua na apuração de danos/litígios no Judiciário), o auditor tem foco em conformidade, verificação contínua de processos e prevenção de riscos em organizações e cadeias produtivas.

1. Cenário do Mercado e Modalidades de Atuação

O auditor ambiental atua principalmente em três frentes bem definidas:

  • Auditoria Interna (1ª Parte): Contratado do quadro próprio da empresa para avaliar continuamente a conformidade legal, eficácia do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e preparar a organização para auditorias externas.

  • Auditoria de Fornecedores/Cadeia (2ª Parte): Contratado por corporações para auditar parceiros comerciais e fornecedores, garantindo que não haja trabalho escravo, desmatamento ilegal ou contaminação na cadeia de suprimentos.

  • Auditoria de Certificação e Compulsória (3ª Parte): Atuação independente via organismos certificadores (ex.: ABS, DNV, Bureau Veritas) ou órgãos ambientais (auditorias compulsórias exigidas em licenças para indústrias de alto potencial poluidor).

2. Nichos em Forte Expansão

  1. Auditoria ESG e Sustentabilidade: Verificação de inventários de emissões de carbono (Escopos 1, 2 e 3), relatórios de sustentabilidade e combate ao greenwashing.

  2. Auditoria de Due Diligence Ambiental (M&A): Avaliação minuciosa de passivos ambientais e riscos regulatórios durante processos de fusão e aquisição de empresas.

  3. Sistemas de Gestão Integrados (SGI): Integração das normas ISO 14001 (Meio Ambiente), ISO 9001 (Qualidade) e ISO 45001 (Saúde e Segurança Ocupacional).

  4. Auditoria em Cadeias do Agronegócio e Mineração: Verificação do cumprimento do Código Florestal, rastreabilidade de grãos/pecuária e conformidade de barragens de rejeitos.

3. Competências Fundamentais (Hard & Soft Skills)

  • Certificações Específicas: Registro como Auditor Líder em normas ISO (ex.: ISO 14001 via IRCA ou RAC) e cadastros em órgãos de classe (Sistema CONFEA/CREA, CRBio, CRQ).

  • Domínio da Legislação e Licenciamento: Conhecimento aprofundado das condicionantes ambientais, normas do CONAMA, ABNT e regulamentações estaduais/federais.

  • Técnicas de Amostragem e Investigação: Habilidade de conduzir reuniões, analisar evidências objetivas (documentais e de campo) e identificar não conformidades sem tom acusatório.

4. Matriz de Carreira do Auditor Ambiental

Etapa de CarreiraFoco de AtuaçãoAções Estratégicas
Curto Prazo (1–2 anos)Auditor Interno / Integrante de Equipe

• Curso de Formação de Auditor Líder ISO 14001.


• Participação em auditorias internas corporativas.


• Domínio da legislação ambiental aplicada ao setor de atuação.

Médio Prazo (3–5 anos)Auditor Líder / Consultor de Compliance

• Condução de auditorias de 2ª e 3ª partes em certificadoras.


• Especialização em ESG e inventários de gases de efeito estufa (GEE).

Longo Prazo (5+ anos)Auditor Master / Gestor de Due Diligence

• Liderança em grandes processos de M&A e Due Diligence corporativa.


• Emissão de relatórios executivos para conselhos de administração e fundos de investimento.

Resumo da Perspectiva

A profissão garante alta empregabilidade no setor corporativo e consultorias multinacionais. A principal diferença para o mercado tradicional é que o auditor ambiental deixou de ser visto como um "fiscal burocrático" e passou a ser reconhecido como um agente estratégico de mitigação de riscos operacionais e reputacionais para grandes marcas.

"Seu comentário ajuda a posicionar sua visão técnica para outros profissionais da área ambiental e da ciência."

🎯 Participe do debate: Como você avalia essa questão dentro da sua área de atuação?  

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A Lei da Conservação da Energia Psíquica

                                                      Dr. J.R. de Almeida

[https://x.com/dralmeidajr][instagram.com/profalmeidajr/][ https://orcid.org/0000-0001-5993-0665][https://www.researchgate.net/profile/Josimar_Almeida/stats][https://uerj.academia.edu/ALMEIDA][https://scholar.google.com.br/citations?user=vZiq3MAAAAJ&hl=pt-BR&user=_vZiq3MAAAAJ]

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1. A Lei da Conservação da Energia Psíquica

Na física, a energia não se perde, apenas se transforma. Na psicologia junguiana ocorre o mesmo: se você não investe sua energia consciente em áreas essenciais, ela não desaparece. Ela se desloca para o inconsciente, manifestando-se como:

  • Somas e sintomas físicos (cansaço sem causa médica, insônia, tensão).

  • Projeções e irritabilidade nos relacionamentos.

  • Sonhos compensatórios ou pesadelos contínuos.

2. O Diagnóstico das 5 Áreas de Investimento

O texto destaca 5 pilares para a saúde psíquica. O desequilíbrio ocorre quando há hipermorfismo (excesso de investimento em um pilar) ou atrofia (ausência de investimento em outro):

PilarFoco PrincipalSinal de Desequilíbrio (Subinvestimento/Sobreinvestimento)
CorpóreoSono, nutrição, movimento, descansoNarcisismo corporal ou negligência física e exaustão.
FamiliarOrigens, suporte, pertencimento básicoAnulamento individual por demandas familiares ou ressentimento.
AmorosoParceria, intimidade, vulnerabilidadeDependência afetiva, ciúme excessivo ou isolamento emocional.
ProfissionalPropósito, sustento, produçãoBurnout, sensação de vazio e valor baseado apenas em entregas.
SocialAmizades, comunidade, trocas levesSuperficialidade, esgotamento social ou sensação de solidão na multidão.

3. A Pergunta Terapêutica de Ouro

Para Jung, valor é uma grandeza mensurável e quantitativa: quanto tempo, atenção e emoção você realmente dedicou a algo hoje?

Para alinhar seu discurso com sua prática diária, você pode fazer um exercício reflexivo simples:

  1. Mapeamento de Atenção: Ao final do dia, registre onde sua mente esteve por mais tempo (preocupações, trabalho, redes sociais, conversas).

  2. Identificação de Vazamentos: Identifique onde há energia sendo drenada sem retorno positivo (remoer o passado, antecipar problemas, agradar aos outros).

  3. Pequenos Ajustes de Recanalização: Redirecione pequenas cotas de energia diárias para as áreas negligenciadas (ex.: 20 minutos de caminhada sem celular para o pilar Corpóreo ou uma conversa sem pressa para o pilar Amoroso).

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Indicadores e Métricas: como medir o desempenho de pesquisa científica?

                                                      Dr. J.R. de Almeida

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                                                                                  Editora Priscila Gomes


As métricas de desempenho das publicações científicas são importantes para pesquisadores e universidades que visam progredir e acompanhar a produtividade e impacto de suas pesquisas.


O uso de indicadores e métricas de produção científica tornou-se prática rotineira na avaliação da qualidade e desempenho das atividades de pesquisa em renomadas universidades de pesquisa. No esteio dessa demanda, a análise bibliométrica e cientométrica realizada por meio de indicadores tem se tornado cada vez mais popular, juntamente com ferramentas analíticas de produção científica como o InCites e o SciVal .
Ferramentas analíticas InCites (Clarivate Analytics) é uma plataforma online de avaliação de pesquisa personalizada e baseada em citações, que têm como fonte de dados a Base Web of Science. Permite realizar análises de produtividade e impacto científico, comparar resultados com outras instituições, aferir o desempenho de pesquisadores e pesquisas financiadas. Faça seu registro para utilizar. Saiba mais sobre o InCites.
SciVal (Elsevier) possui um portfólio de ferramentas de análise de indicadores de produção científica, que tem como fonte de dados o Scopus e o Science Direct. Permite realizar análises bibliográficas da produção científica de uma determinada instituição, país, região, autor ou grupos de autores, ou ainda em revistas, desde que o material esteja indexado na base de dados Scopus. Faça seu registro para utilizar. Saiba mais sobre o SciVal. Consulte também o Flyer do SciVal em português.

Consulte antes a lista de Indicadores e Métricas preparada pela equipe do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP para saber o significado das métricas e como são utilizadas.

Indicadores e Métricas

Produção científica (scholarly outputs): Número total acumulado de itens publicados em um dado período. Mede o volume, a produtividade: quantas publicações foram produzidas por um autor, grupo de pesquisadores, instituição, país ou conjunto de países em dado período. É possível também obter o número total acumulado de publicações de acordo com cada área de conhecimento ou disciplina em um determinado período de tempo.

Contagem de citações (citation count): Indica o total de citações que as publicações de um autor, instituição ou país acumularam ao longo de um determinado período. As diferenças na contagem de citações entre fontes de dados são devidas a diferentes coberturas (título e datas) do banco de dados (Scopus ou Web of Science). O número de citações recebidas não se refere ao ano em que a citação foi recebida e sim ao ano em que o resultado foi publicado. As métricas de contagem de citações são úteis para comparar a visibilidade onde os pesquisadores são de campos ou disciplinas similares e com duração similar de carreira.


Citações por publicação (citation per publication): Indica o número de citações recebidas por artigo/trabalho publicado. Indica o impacto médio de citação de cada uma das publicações de uma instituição ou autor: quantas citações as publicações de uma instituição ou autor receberam, em média.

Índice H (h-index): Indica um equilíbrio entre a produtividade (produção científica) e impacto de citação (contagem de citações) de publicações de uma instituição ou pesquisador. Tem sido utilizado também para revistas. Por exemplo, um índice h de 12 indica que, no conjunto de dados, 12 artigos foram citados pelo menos 12 vezes cada um.

Impacto de citação (citation impact): é calculado dividindo o número total de citações recebidas pelo número total de publicações. O impacto da citação mostra o número médio de citações que um documento recebeu em um dado período. O impacto de citação tem sido amplamente utilizado como um indicador bibliométrico na avaliação do desempenho de pesquisa e pode ser aplicado em todos os níveis organizacionais (autor, instituição, país / região, campo de pesquisa ou periódico). No entanto, há limites para o indicador, pois ignora o volume total da produção científica. Por exemplo, o Pesquisador A tem apenas uma publicação que recebeu 50 citações, enquanto o Pesquisador B publicou 10 documentos que receberam 200 citações. O Pesquisador A tem um maior impacto de Citação (50) do que o Pesquisador B (20), embora o Pesquisador B tenha publicado mais documentos e tenha recebido mais citações em geral. No nível do campo de conhecimento, o impacto da citação de certas disciplinas é muitas vezes maior do que em outros campos científicos devido a características próprias de cada área como frequência e volume de publicações e citações. Por esse motivo, é preciso ter cuidado ao utilizar esse indicador. (Fonte: InCites Help).

Impacto de citação ponderado por campo [de conhecimento] (Field-weighted citation impact): Indica como o número de citações recebidas por publicações de uma instituição se compara com o número médio de citações recebidas por todas as outras publicações similares no universo de dados independente da área de conhecimento. Métrica utilizada pelo Scopus. Um impacto de citação ponderada no campo de mais de 1,00 indica que as publicações foram citadas mais do que seria esperado com base na média mundial de publicações semelhantes, por exemplo, uma pontuação de 1,44 significa que as saídas foram citadas 44% mais vezes do que o esperado. Um impacto de citação ponderada no campo (FWCI) de menos de 1,00 indica que as publicações foram citadas menos do que seria esperado com base na média mundial de publicações similares, por exemplo, uma pontuação de 0,85 significa 15% menos citada do que a média mundial. A Web of Science refere-se a essa métrica como impacto de citação normalizada (Normalized citation impact).

Fator de impacto do periódico (journal impact factor): Mede quantas vezes um artigo foi citado em relação ao total de artigos publicados em um periódico/revista em um período de dois anos, no ano em curso. (Métrica Web of Science).

Fator de impacto do periódico sem auto-citações (journal impact factor without self cites): é o mesmo que journal impact factor, mas com uma importante exceção: Quaisquer citações para uma publicação que provêm da própria publicação (ou seja, auto-citações) são excluídas do cálculo.

Fator de impacto do periódico em 5 anos (5-year journal impact factor): É o número médio de vezes que os artigos de um periódico publicado nos últimos cinco anos têm sido citados no ano no Journal Citation Reports (JCR). É calculado dividindo o número de citações no ano JCR pelo número total de artigos publicados nos cinco anos anteriores. (Métrica Web of Science).

Produção nos top percentis (outputs in the top percentiles): Indica o grau em que publicações de uma instituição, grupo ou país estão presentes nos percentis mais citados de um universo de dados: quantas produções estão no topo de 1%, 5%, 10% ou 25% das publicações mais citadas? Observe que o período de tempo não se refere ao ano em que as citações foram recebidas, mas ao ano em que os resultados foram produzidos. Essa métrica também pode ser usada para distinguir pesquisadores cujo desempenho parece similar quando visto por outras métricas, como Produção Científica, Citações por publicação ou Colaboração.

Proeminência do tópico na ciência (topic prominence in science): combina três métricas para indicar o momento alto de um Tópico: (a) Contagem de Citações (Citation Count) no ano 2017 para artigos publicados em 2017 e 2016, (b) Contagem de Visualizações (Scopus Views Count) no ano 2017 para artigos publicados em 2017 e 2016 e (c) Média (Average) Citescore no ano de 2017. Pode ser aplicado ao Mundo, a Regiões, País, Instituições, Grupos de Pesquisa e Pesquisadores.

Publicações nos percentis top de periódicos (publications in top journal percentis): Indicam até que ponto as publicações estão presentes nos periódicos mais citados na fonte de dados. Isso calcula quantas publicações estão no topo 1%, 5%, 10% ou 25% dos periódicos indexados mais citados. Os periódicos mais citados são definidos pelas métricas relacionadas aos periódicos nas bases de dados (Web of Science, Scopus). Observe que o período de tempo não se refere ao ano em que as citações foram recebidas, mas ao ano em que os resultados foram produzidos. Essa métrica é útil para avaliar os pesquisadores, independentemente das diferenças de tamanho e dos perfis disciplinares (áreas de conhecimento), e para mostrar a presença de publicações em periódicos percebidos como os mais prestigiados do mundo.

Colaboração (collaboration): Indica o número de publicações de uma instituição, grupo ou pesquisador produzidas em coautoria internacional, nacional ou institucional, e autoria única. Inclui colaboração acadêmico-acadêmica, acadêmico-corporativa, acadêmico-governamental e acadêmico-médico.

Porcentagem de Internacionalização (% internacionalization): baseia-se na contagem do número de países dos autores e co-autores de itens publicados.

Impacto das colaborações (collaboration impact): Indica o impacto de citação de uma instituição a partir das publicações produzidas em colaboração com autores de diferentes origens geográficas: quantas citações de publicações em co-autoria a instituição recebeu em nível internacional, nacional, ou institucionalmente? Autorias únicas também são contabilizadas.

Impacto das colaborações acadêmico-corporativas (academic-corporate collaboration impact): Indica o impacto de citação de publicações de uma instituição com ou sem colaboração tanto acadêmica quanto corporativa.

Impacto econômico (economic impact): Indica o número de patentes que citaram publicações de uma instituição, isto é, referências de publicações citadas em patentes dos cinco maiores escritórios de patentes do mundo.

Contagem de periódicos (journal count): Indica a diversidade do portfólio de publicações de uma instituição: em quantos periódicos distintos indexados na Base de Dados Scopus ou Web of Science as publicações de uma instituição apareceram.

Contagem de periódicos por categoria (journal count by category): Indica a diversidade disciplinar do portfólio de uma instituição, ou seja, em quantas categorias distintas de periódicos as publicações dessa instituição apareceram.

Número de países citantes (citing countries): Indica a visibilidade geográfica das publicações de uma instituição: a partir de quantos países distintos as publicações de uma instituição receberam citações?

Periódicos mais citados em um campo de conhecimento (most frequently cited journals in a field) – refere-se à classificação/ranking de periódicos mais frequentemente citados em uma dada área de aconhecimento ou assunto.

Periódicos de maior impacto em um campo de conhecimento (highest impact journals in a field) – refere-se à classificação/ranking de periódicos mais citados em uma dada área de aconhecimento ou assunto.

Autocitação em periódicos (journal “self citations“) – Uma auto-citação é uma referência a um artigo do mesmo periódico. As auto-citações podem constituir uma parte significativa das citações que um periódico faz e recebe a cada ano.

Índice de Imediaticidade (imediaticity index): Mensura o quão imediatamente um artigo de uma revista é citado logo após ter sido publicado.

Pontuação Eigenfactor (Eigenfactor score): Baseia-se no número de citações a artigos publicados em revistas nos últimos 5 anos (ano JCR), considera também a importância do periódico onde a citação foi realizada de tal modo que revistas mais influentes (mais citados) têm um maior peso que os revistas menos influentes.

Pontuação de influência do artigo (article influence score): Mede a importância relativa de uma revista a partir do número de artigos citados que aparecem no JCR. Uma pontuação superior a 1,00 indica que cada artigo publicado na revista tem influência acima da média. Uma pontuação inferior a 1,00 indica que cada artigo publicado na revista tem influência abaixo da média.

Meia vida ou vida média (half-life): Mede quantos anos depois um artigo publicado em um periódico ainda é citado. Varia de acordo com as características da área de conhecimento, seus padrões de pesquisa e publicação. Geralmente, a meia vida é inversamente proporcional ao fator de impacto.

CiteScore: mensura o impacto da citação de títulos em série, como periódicos. Os títulos de série são definidos como títulos que publicam regularmente (ou seja, um ou mais volumes por ano). O CiteScore calcula o número médio de citações recebidas em um ano por todos os itens publicados nesse periódico nos três anos anteriores. O ano atribuído é determinado pelas datas de cobertura, e não as datas em que os fascículos foram disponibilizadas online – desde 2011. (Métrica Scopus).

SNIP – Source Normalized Impact per Paper: Mede o impacto de citações contextualizadas por revistas ponderando citações com base no número total de citações em um campo de assunto. Ajuda a fazer comparações diretas entre periódicos em diferentes áreas de assunto número total de citações referente a uma área de pesquisa. (Métrica Scopus)

SJR – SCImago Journal Rank: Métrica de prestígio baseada na reputação do periódico, o que resulta em maior valor da citação. (Métrica Scopus)

IPP – Impact per Publication: Mede as citações por artigo publicado em uma revista no período de 3 anos. (Métrica Scopus)

Indicador de desempenho agregado (aggregate performance indicator): O indicador de desempenho agregado mede o impacto de uma instituição ou do país em relação a uma taxa de citação esperada para a instituição ou país. O indicador é normalizado para as diferenças nas taxas de citação de um determinado campo de conhecimento, bem como diferenças de tamanho entre instituições e períodos de tempo.

Citações esperadas por categoria (category expected citations): Número médio de citações recebidas por artigos de um mesmo tipo publicados em revistas de mesma categoria (área de conhecimento) e data. Se um periódico é atribuído a mais de uma categoria, utiliza-se a média das categorias.

Contagem de visualizações (view count): baseia-se no número de visualizações dos usuários de resumos (abstracts) dos documentos indexados na base de dados SciVal.

Visualizações por publicação (views per publication): baseia-se no número de visualizações dos usuários de resumos (abstracts) por documento indexado na Base de Dados SciVal.

Impacto das visualizações ponderado pelo campo de conhecimento (field weighted views impact): baseia-se na média mundial esperada de visualizações para o campo de conhecimento/assunto, tipo de publicação e ano de publicação.

Produção relativa ao país/território (output relative to country/territory): Produção em áreas específicas em relação ao impacto para todo o país / território em todas as áreas

Impacto das citações relativo ao país/território (impact relative to country/territory):Impacto em áreas específicas em relação ao impacto para todo o país / território em todas as áreas (um valor superior a 1 indica que o impacto do país / região na área de motivo selecionado é melhor do que o impacto médio do País /território em todas as áreas)

Impacto relativo ao mundo (impact relative to world): A percentagem de documentos que foram citados em relação ao número total de documentos citados no mundo (um valor maior do que 1 indica que o impacto é melhor do que a média para o mundo – baseline).

Métricas Alternativas

Altmetric | Plum Analytics | ImpactStory

Analisam o impacto de um documento por meio da quantidade de compartilhamento em redes sociais, Twitter, Blogs dentre outros.

Métricas Snowball

Representam padrões globais de métricas criadas por instituições de pesquisa e editoras que permitem o benchmarking institucional e cobrem todo o espectro de atividades de pesquisa. As metodologias acordadas e testadas estão disponíveis gratuitamente para serem utilizadas por qualquer organização. https://www.snowballmetrics.com/

Bibliografia utilizada

InCites Indicators Handbook. Disponível em: <http://ipscience-help.thomsonreuters.com/inCites2Live/indicatorsGroup/aboutHandbook.html> Acesso em: 18 julho 2019.

Scival Metrics Handbook. Disponível em: <https://www.elsevier.com/research-intelligence/resource-library/scival-metrics-guidebook> Acesso em: 18 julho 2019.

SciVal User Guide. Disponível em: <https://www.scival.com/help/downloads/SciVal_user_guide.pdf> Acesso em: 18 julho 2019.

Nota técnica: As definições apresentadas baseiam-se em informações traduzidas e compiladas de várias fontes, incluindo interpretações de bibliotecários do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBiUSP). O uso das informações é livre e aberto a todos os interessados, desde que citada a fonte: SIBiUSP.


Fracking: contaminação da água e consumo hídrico entre os principais riscos ambientais

                                                          Dr. J.R. de Almeida

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Quando se fala em fraturamento hidráulico, uma das maiores preocupações ambientais está relacionada justamente ao recurso que sustenta a vida e que também é utilizado em grande escala pela própria atividade: a água.

O risco não começa necessariamente quando um produto químico é injetado no subsolo. Ele pode surgir em diferentes etapas do ciclo de exploração, desde a construção e integridade do poço até o armazenamento e a destinação dos fluidos que retornam à superfície.

Em regiões onde existem aquíferos estratégicos, a preocupação aumenta porque qualquer alteração na qualidade ou na quantidade da água subterrânea pode produzir consequências que ultrapassam a área imediata do empreendimento.
1. Contaminação da água: quando as barreiras subterrâneas falham

Um dos cenários mais preocupantes é a migração de gás, água salina ou outros fluidos para formações subterrâneas que contêm água de interesse para abastecimento.

Mas é importante compreender como isso poderia ocorrer.

A formação que contém o gás pode estar separada dos aquíferos rasos por centenas ou até milhares de metros de rochas. Portanto, o simples fato de realizar o fraturamento em profundidade não significa que o aquífero será automaticamente atingido.

Existem, entretanto, diferentes caminhos potenciais de migração.

Um deles está relacionado à integridade do próprio poço. Falhas na cimentação, no revestimento ou em outras barreiras podem permitir que gases ou fluidos migrem verticalmente ao longo do entorno do poço.

Outro caminho pode envolver estruturas geológicas preexistentes, como falhas e fraturas, dependendo das características específicas da região.

Por isso, a integridade mecânica do poço é uma das principais barreiras de proteção ambiental.
O que acontece com o fluido que não retorna?

É comum encontrar a afirmação de que "30% do flowback nunca volta e permanece migrando no subsolo". Essa formulação, entretanto, não deve ser apresentada como uma regra universal.

A parcela do fluido injetado que retorna à superfície — e a parcela que permanece na formação — pode variar consideravelmente conforme a geologia, as características do reservatório, o desenho do poço, o fluido utilizado e as condições de produção.

Portanto, não existe um percentual único aplicável a todos os projetos.

O fato ambientalmente relevante é que uma parcela do fluido de fraturamento pode permanecer na formação, enquanto outra parcela retorna como flowback e água produzida. Essa água pode adquirir características químicas diferentes das apresentadas antes da injeção.

Isso significa que o gerenciamento ambiental precisa considerar tanto o que retorna à superfície quanto o que permanece no subsolo.
O exemplo da Universidade Duke

Pesquisas conduzidas por pesquisadores da Duke University ajudaram a tornar o problema da migração de gases uma questão importante no debate científico.

Em estudo publicado em 2011 na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores analisaram poços de água potável em áreas de exploração de gás de xisto no nordeste da Pensilvânia e no estado de Nova York.

Nos locais onde havia um ou mais poços de gás em um raio de 1 quilômetro, as concentrações médias e máximas de metano dissolvido na água foram de 19,2 e 64 mg/L, respectivamente. Nos locais de comparação, sem poços de gás dentro desse raio, a média foi de 1,1 mg/L. As assinaturas isotópicas também foram compatíveis com uma origem termogênica profunda do metano em parte dos locais.

Esse resultado é relevante, mas precisa ser interpretado corretamente.

O estudo não demonstrou que o fluido de fraturamento químico havia contaminado diretamente os poços de água. Os próprios pesquisadores relataram não ter encontrado evidência de contaminação das amostras por salmouras profundas ou fluidos de fraturamento.

Uma das hipóteses discutidas foi a possibilidade de migração de gás associada a problemas de integridade de poços, além de outros mecanismos geológicos possíveis.

A conclusão mais importante, portanto, não é simplesmente dizer que "o fracking contaminou a água".

É reconhecer que a exploração de gás pode estar associada à presença de metano termogênico em águas subterrâneas rasas e que a integridade dos poços e as condições geológicas precisam ser rigorosamente controladas.
O problema dos sais e da água subterrânea

A presença de sais e outros elementos dissolvidos também merece atenção.

Pesquisas posteriores da equipe de Duke utilizaram análises geoquímicas e isotópicas para investigar metano, sais e outros marcadores em águas subterrâneas de regiões produtoras.

Em um estudo envolvendo 105 poços de água potável, os pesquisadores encontraram diferentes assinaturas geoquímicas e identificaram situações em que águas salinas profundas apresentavam características associadas a processos naturais. Ao mesmo tempo, observaram evidências claras de impactos em águas superficiais em locais próximos a derramamentos ou vazamentos relacionados ao armazenamento e à disposição de águas residuais da indústria.

Isso demonstra por que a análise ambiental precisa distinguir contaminação natural, migração geológica e impactos diretamente associados à atividade industrial.

Sem essa diferenciação, o diagnóstico pode estar errado.
E o Sistema Aquífero Guarani?

No Brasil, essa questão ganha uma dimensão especial devido à importância estratégica dos sistemas aquíferos.

O Sistema Aquífero Guarani é um dos grandes sistemas de água subterrânea da América do Sul e se estende por diferentes estados brasileiros, além de áreas de Argentina, Paraguai e Uruguai.

A Bacia do Paraná possui aproximadamente 1,5 milhão de km² distribuídos por esses quatro países, sendo cerca de 1,1 milhão de km² em território brasileiro, segundo a ANP. A própria agência reconhece a complexidade geológica da bacia e vem desenvolvendo levantamentos para ampliar o conhecimento sobre seu potencial petrolífero.

Por isso, qualquer proposta de exploração de hidrocarbonetos não convencionais nessa região exige avaliação integrada entre geologia, hidrogeologia, engenharia de poços e proteção ambiental.

É importante, entretanto, não afirmar sem uma fonte cartográfica específica que "80% das áreas leiloadas pela ANP na Bacia do Paraná estão sobre o Aquífero Guarani". A sobreposição depende de quais rodadas, blocos ou conjuntos de áreas estão sendo considerados e de como são delimitados tanto os blocos quanto o sistema aquífero.

A ANP disponibiliza mapas e dados georreferenciados das áreas de exploração e produção, inclusive para a Bacia do Paraná, permitindo que essa sobreposição seja analisada espacialmente.

A preocupação, portanto, é legítima, mas precisa ser demonstrada com cartografia e dados hidrogeológicos, e não apenas por uma porcentagem reproduzida sem delimitação da fonte.
2. Consumo excessivo de água

O segundo grande risco está relacionado à quantidade de água necessária para realizar o fraturamento hidráulico.

A água é utilizada principalmente para preparar e transportar o fluido de fraturamento e, em determinadas operações, os volumes empregados podem ser muito elevados.

Estudos realizados nos Estados Unidos mostram uma grande variação entre poços. Uma análise de mais de 260 mil poços perfurados entre 2000 e 2014 encontrou, para 2014, medianas anuais de aproximadamente 15.275 m³ de água por poço de petróleo horizontal e 19.425 m³ por poço de gás horizontal, embora os valores variem significativamente conforme o tipo de poço e a região.

Isso equivale a milhões de litros por poço.

Quando dezenas ou centenas de poços são desenvolvidos em uma mesma região, o volume acumulado pode se tornar expressivo.
Dez poços podem representar milhões de litros

Por essa razão, a comparação com o consumo de uma cidade pode ser útil para comunicação pública, mas deve ser apresentada como uma estimativa dependente do volume efetivamente utilizado e do consumo per capita adotado.

Não é correto estabelecer universalmente que "dez poços equivalem ao abastecimento de uma cidade de 30 mil habitantes durante um ano".

Se forem utilizados, por exemplo, 15 milhões de litros por poço, dez poços representariam aproximadamente 150 milhões de litros, ou 150 mil metros cúbicos.

O significado desse volume dependerá do consumo diário por habitante e das perdas do sistema de abastecimento.

A comparação é importante justamente porque transforma um número industrial em uma dimensão compreensível para a população.
Quando a água já é um recurso limitado

O impacto da utilização da água não depende apenas do volume absoluto.

Depende também do local e do momento em que ela é retirada.

Retirar milhões de litros de água em uma região com elevada disponibilidade hídrica pode produzir um efeito muito diferente daquele observado em uma área submetida a secas recorrentes.

Essa diferença é especialmente relevante quando se discutem bacias sedimentares localizadas em regiões semiáridas.

A Bacia do Parnaíba, por exemplo, está entre as bacias sedimentares terrestres que já foram incluídas em rodadas de licitação da ANP.

Associar automaticamente todo potencial de hidrocarbonetos da Bacia do Parnaíba ao shale gas e concluir que sua exploração seria "inviável" exclusivamente por causa do consumo de água, entretanto, seria uma conclusão que exigiria estudos específicos de disponibilidade hídrica, demanda existente, tecnologia empregada e viabilidade ambiental de cada projeto.

O argumento ambiental mais sólido é outro:

quanto mais limitada for a disponibilidade hídrica de uma região, maior deve ser o rigor para avaliar a origem da água, o volume retirado, os usuários concorrentes, a sazonalidade e a possibilidade de reutilização.
Água subterrânea não é um recurso infinito

Existe ainda uma diferença fundamental entre utilizar água superficial e utilizar água subterrânea.

Um rio pode apresentar recuperação relativamente rápida em determinadas condições hidrológicas. Um aquífero profundo pode ter processos de recarga muito mais lentos.

Por isso, retirar água subterrânea para uma atividade industrial precisa considerar a taxa de recarga, o armazenamento, a interação com rios e nascentes e os demais usos humanos e ambientais.

Em sistemas aquíferos estratégicos, a gestão precisa ser feita pensando não apenas nos próximos anos, mas em décadas.
Dois riscos que se conectam

Contaminação e consumo de água são frequentemente apresentados como problemas separados.

Na realidade, eles estão conectados.

Quanto maior a quantidade de água utilizada, maior pode ser o volume de fluidos que precisa ser gerenciado.

Quanto mais poços são perfurados, maior é a quantidade de infraestrutura necessária.

Quanto maior a infraestrutura, maior é o número de pontos que precisam ser monitorados.

E quanto mais complexa a operação, maior a importância da fiscalização sobre integridade dos poços, armazenamento, transporte, tratamento e disposição dos resíduos e efluentes.

O problema ambiental, portanto, não está apenas no momento em que a rocha é fraturada.

Ele está em todo o ciclo da atividade.
A questão que precisa ser respondida

A exploração de petróleo e gás de folhelho pode representar uma oportunidade energética, mas também impõe uma exigência: conhecer profundamente o ambiente antes de interferir nele.

No caso brasileiro, essa exigência ganha importância especial quando as áreas de interesse coincidem ou se aproximam de regiões de grande relevância hidrogeológica.

A pergunta não deveria ser apenas:

"Temos gás suficiente para explorar?"

Deveria ser:

"Temos conhecimento geológico e hidrogeológico suficiente, disponibilidade hídrica, tecnologia, fiscalização e capacidade institucional para garantir que a exploração não comprometa um recurso muito mais difícil de substituir: a água?"

Porque o gás pode ser extraído, comercializado e consumido.



A água subterrânea, quando contaminada ou excessivamente explorada, pode levar muito mais tempo para se recuperar — e, em determinados sistemas, essa recuperação pode ser extremamente lenta ou incerta.

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